Bem vindo (a)!
Home > Bispo > Missa de Vestição das Batinas: um novo ciclo!

Missa de Vestição das Batinas: um novo ciclo!

No dia 22 de novembro de 2015, ocorreu a Missa de Vestição das Batinas na Catedral, Novo Hamburgo, em que os seminaristas propedeutas do Seminário Diocesano Betânia, receberam suas batinas; sendo assim, serão enviados à Filosofia, ao ingresso em São Paulo para o próximo ano.

Ao total, irão doze seminaristas, que são: Edilson Longo, Weverson Alves, Lucas Negri, Michel da Rocha, Roger Haag, Jean Colombro, Jeferson Lopes, Vinícius Robaski, Gabriel Azevedo, José Francisco da Rosa Júnior, Marcos Collet e Fernando Souza Correa.

Dois deles, Jean Colombro e Lucas Negri, fizeram um sucinto depoimento, declarando qual o significado deste momento e o que eles esperam desta nova etapa em São Paulo no ingresso da faculdade de Filosofia.

Para Jean Colombo, “Com certeza foi um momento muito importante em nossa caminhada. A cada passo, é Deus, através da Igreja, que confirma nosso chamado! Pe. Felipe Konzen nos falava na Missa quão significativo é o recebimento das batinas. Através dela, morremos para o mundo, para viver uma vida nova em Deus, alvejados em Cristo, o que significa a sobrepeliz. Um ato simbólico, mas que vai muito além disso, que exprime um dos sentimentos sublimes do nosso chamado, que a cada dia buscamos e lutamos para corresponder! Agora, o próximo passo é a Filosofia em São Paulo. Estamos todos ansiosos e certos de que serão três anos intensos de estudo, oração e de intimidade com o Senhor; que Ele nos conserve fiéis a Sua vontade! Contamos com a oração de todos!”

Já, para Lucas Negri, “A vestição da Batina, para mim, não foi apenas a conclusão de um ciclo, mas de assumir de maneira concreta o que estamos buscando (o sacerdócio). A batina não é uma roupa, mas é uma mortalha, uma veste mortuária que sinaliza nossa morte ao mundo, para então, sermos presença de Cristo no mundo. Para mim, recebê-la foi justamente tomar ainda mais consciência desse compromisso para mais lutar em cumpri-lo, vivendo-o de maneira constante e concreta na minha vida; para que, através não apenas de uma veste, mas dos meus pensamentos, palavras e atitudes, eu resplandeça o Cristo e, assim como a batina é um sinal de morte, morto para o mundo, eu possa ser nele, presença de Nosso Senhor, levando luz e vida a toda criatura.”

Que Cristo edifique a cada dia o chamado em seus corações e que possamos, como unidade cristã, rezar por eles, pelas vocações e pela correspondência ao Senhor. Que esses doze seminaristas sejam sempre instrumentos fiéis Aquele que primeiro nos amou, morrendo por nós em uma cruz.

 

Reportagem Eduardo Glück

Equipe LinhaD

Deixe uma Resposta